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Tratamentos 2018-11-19T17:17:27+00:00

Tratamentos

A estética genital feminina visa o rejuvenescimento ou o melhoramento do aspecto estético e funcional da genitália feminina. Atuando no sentido de oferecer o retorno do bem-estar ginecológico da paciente. São várias as alterações anatômicas que podem ocorrer na genitália feminina e solucionadas por meio da cirurgia. A estética genital abre a oportunidade de resgatar a jovialidade, com procedimentos ambulatoriais, rápidos e seguros e com anestesia local, que podem proporcionar maior estima e reencontro com uma vida sexual plena e prazerosa.

Sempre que possível, os ginecologistas tratam dos problemas que acometem o sistema reprodutor feminino por via medicamentosa. Porém, há casos em que devido ao estágio avançado ou a complexidade da doença, o procedimento cirúrgico torna-se a melhor alternativa – e a mais segura também. Dada a irreversível incorporação dos recursos tecnológicos na medicina, muitas operações são realizadas valendo-se de técnicas minimamente invasivas, o que acelera a recuperação da paciente.

A evolução natural do amadurecimento no corpo feminino, associado a outras causas como a gravidez, obesidade, má nutrição, tabagismo e até mesmo a constituição genética, podem impor modificações na genitália feminina. Uma das principais alterações é o escurecimento e pigmentação da pele na região perineal (genitália, parte interna das coxas e virilhas), que podem ser incômodos para algumas mulheres. O clareamento a laser proporciona resultados assertivos, abrangentes e duradouros, além de ser indolor para a maioria das mulheres, com baixa incidência de efeitos colaterais.

Corrimento vaginal é o nome que damos à secreção de fluidos pela vagina. O corrimento vaginal pode ser um sinal de doença ginecológica. Quando o corrimento vaginal apresenta alguma cor, cheiro, consistência mais espessa ou diferente do costume, pode indicar a presença de alguma infecção vaginal como candidíase ou tricomoníase ou a presença de alguma doença sexualmente transmissível como gonorreia.

São alterações que cursam com modificações anormais do ciclo menstrual. Diversas condições podem levar a distúrbios menstruais. Algumas vezes o fluxo menstrual pode estar aumentado, a mulher pode apresentar menorragia (aumento excessivo do volume do fluxo menstrual, em intervalos regulares); metrorragia (aumento do número de dias do fluxo menstrual) ou menometrorragia (hemorragia uterina irregular, aumento do volume e do numero de dias do sangramento). Outros distúrbios fazem com que a mulher menstrue menos do que o normal, como a oligomenorréia (quando não menstrua todos os meses) ou pare de menstruar (amenorréia).

É um método contraceptivo hormonal de longa duração. É constituído por um pequeno bastonete que é inserido no braço sob a pele. Pode ser utilizado durante a amamentação. Não afeta a quantidade nem a qualidade do leite materno. Pode ser usado em qualquer idade, independentemente de a mulher ter tido filhos ou não. Também pode auxiliar na luta contra a celulite e a flacidez, melhorar o metabolismo e ajudar a perder peso.

Incontinência Urinária é a perda involuntária da urina pela uretra. Afeta pessoas de ambos os sexos em diferentes faixas etárias. A incidência aumenta progressivamente com a idade. As mulheres têm três vezes mais chances de sofrerem incontinência, principalmente por causa do esforço físico causado pela gestação e por uma queda nos níveis de estrogênio depois da menopausa. A perda involuntária de urina é uma condição constrangedora e tem consequências na qualidade de vida, causando muitas vezes marginalização do convívio social e frustrações psicossociais.

O parto normal é quando o nascimento do bebê acontece através do canal vaginal. A cesárea é um procedimento cirúrgico no qual o feto é retirado por meio de um corte na região abdominal. É um direito de toda gestante ser informada sobre a melhor maneira de dar à luz. Ela deve conhecer o próprio corpo, como acontece o trabalho de parto, os tipos de parto e os riscos e vantagens que cada um representa.

O pré-natal é um acompanhamento da evolução da gestação, que visa cuidar da saúde da mulher e de seu bebê até que o parto ocorra. Vai além do cuidar da saúde física, pois é durante o pré-natal que o médico orienta a mulher sobre sua gravidez, os cuidados que ela deve ter neste período, a nutrição, exercícios, trabalho de parto, tipo de parto, aleitamento e outros temas. Há a oportunidade de conversar sobre dúvidas e medos. Algumas vezes outros profissionais de saúde, além do obstetra, são requisitados para avaliar e/ou orientar a gestante.

A TPM ou Síndrome pré-menstrual é o período cíclico que precede a menstruação. Nesse intervalo de tempo, podem aparecer sintomas psíquicos e físicos, que geralmente desaparecem no primeiro dia do fluxo menstrual. Em algumas mulheres, a TPM é interrompida somente com o fim do fluxo. A principal causa da TPM é a alteração hormonal feminina durante o período menstrual, que interfere no sistema nervoso central. Parece haver uma conexão entre os hormônios sexuais femininos, as endorfinas (substâncias naturais ligadas à sensação de prazer) e os neurotransmissores, tais como a serotonina. É importante ressaltar que essa síndrome acompanha a menstruação normal da mulher.

A menopausa é a data que marca a última menstruação – ela ocorre, em média, entre 48 e 51 anos de idade, devido à interrupção da produção dos hormônios femininos pelos ovários.

O climatério é o período de transição em que a mulher passa da fase reprodutiva para a fase de pós-menopausa. Dessa forma, a menopausa é um fato que ocorre durante o climatério. No climatério há uma diminuição das funções ovarianas, fazendo com que os ciclos menstruais se tornem irregulares, até cessarem por completo.

Doença caracterizada pela presença do endométrio – tecido que reveste o interior do útero – fora da cavidade uterina, ou seja, em outros órgãos da pelve: trompas, ovários, intestinos e bexiga. Dois tipos de tratamento podem ser usados para combater as dores da endometriose: medicamentos ou cirurgia. Cada um deles tem suas especificidades, e cabe ao ginecologista avaliar a gravidade da doença em cada caso e recomendar o melhor tratamento. Vale lembrar que, dependendo da situação, ambos os procedimentos são feitos de maneira integrada.

É um procedimento ginecológico com baixos índices de complicações feito para investigar a presença de elementos estranhos no útero, e até mesmo para a retirada desses elementos de forma minimamente invasiva. É feita através da inserção de um aparelho chamado histeroscópio, que permite que o médico veja o interior do útero e das tubas uterinas e analise o que está errado. É indicado para investigar: Infertilidade; Pólipos; Miomas; Aderências uterinas; Alterações significativas no endométrio; Hemorragias; Adenocarcinomas; Abortamentos frequentes.

O vídeo histeroscopia é um procedimento de diagnóstico e tratamento de enfermidades localizadas dentro da cavidade uterina. O material obtido vai para estudo histopatológico (biópsia). Existem dois tipos:

– Vídeo histeroscopia diagnóstica é realizada no consultório e permite apenas a visualização da cavidade uterina. Nesse procedimento se identifica a lesão, mas não se trata.

-Vídeo histeroscopia cirúrgica além de se localizar e identificar a lesão também se realiza o tratamento (pólipo, mioma etc.). A paciente fica curada da enfermidade na maioria das vezes.

O vídeo laparoscopia ginecológica, popularmente chamada de laparoscopia, é uma cirurgia minimamente invasiva que tem como objetivo diagnosticar e tratar doenças que acometem a região abdominal. A operação é realizada por meio da introdução de uma pequena câmera através da cavidade pélvica, sem a necessidade de grandes cortes externos na pele. Habitualmente são realizadas duas pequenas incisões na região inguinal (na altura da virilha) e uma incisão na região umbilical. O vídeo laparoscopia ginecológica geralmente é realizada nas seguintes patologias: Endometriose; Cisto ovariano; Mioma uterino; Gestação ectópica e Doenças inflamatórias.

Tratamentos

A estética genital feminina visa o rejuvenescimento ou o melhoramento do aspecto estético e funcional da genitália feminina. Atuando no sentido de oferecer o retorno do bem-estar ginecológico da paciente. São várias as alterações anatômicas que podem ocorrer na genitália feminina e solucionadas por meio da cirurgia. A estética genital abre a oportunidade de resgatar a jovialidade, com procedimentos ambulatoriais, rápidos e seguros e com anestesia local, que podem proporcionar maior estima e reencontro com uma vida sexual plena e prazerosa.

Sempre que possível, os ginecologistas tratam dos problemas que acometem o sistema reprodutor feminino por via medicamentosa. Porém, há casos em que devido ao estágio avançado ou a complexidade da doença, o procedimento cirúrgico torna-se a melhor alternativa – e a mais segura também. Dada a irreversível incorporação dos recursos tecnológicos na medicina, muitas operações são realizadas valendo-se de técnicas minimamente invasivas, o que acelera a recuperação da paciente.

A evolução natural do amadurecimento no corpo feminino, associado a outras causas como a gravidez, obesidade, má nutrição, tabagismo e até mesmo a constituição genética, podem impor modificações na genitália feminina. Uma das principais alterações é o escurecimento e pigmentação da pele na região perineal (genitália, parte interna das coxas e virilhas), que podem ser incômodos para algumas mulheres. O clareamento a laser proporciona resultados assertivos, abrangentes e duradouros, além de ser indolor para a maioria das mulheres, com baixa incidência de efeitos colaterais.

Corrimento vaginal é o nome que damos à secreção de fluidos pela vagina. O corrimento vaginal pode ser um sinal de doença ginecológica. Quando o corrimento vaginal apresenta alguma cor, cheiro, consistência mais espessa ou diferente do costume, pode indicar a presença de alguma infecção vaginal como candidíase ou tricomoníase ou a presença de alguma doença sexualmente transmissível como gonorreia.

São alterações que cursam com modificações anormais do ciclo menstrual. Diversas condições podem levar a distúrbios menstruais. Algumas vezes o fluxo menstrual pode estar aumentado, a mulher pode apresentar menorragia (aumento excessivo do volume do fluxo menstrual, em intervalos regulares); metrorragia (aumento do número de dias do fluxo menstrual) ou menometrorragia (hemorragia uterina irregular, aumento do volume e do numero de dias do sangramento). Outros distúrbios fazem com que a mulher menstrue menos do que o normal, como a oligomenorréia (quando não menstrua todos os meses) ou pare de menstruar (amenorréia).

É um método contraceptivo hormonal de longa duração. É constituído por um pequeno bastonete que é inserido no braço sob a pele. Pode ser utilizado durante a amamentação. Não afeta a quantidade nem a qualidade do leite materno. Pode ser usado em qualquer idade, independentemente de a mulher ter tido filhos ou não. Também pode auxiliar na luta contra a celulite e a flacidez, melhorar o metabolismo e ajudar a perder peso.

Incontinência Urinária é a perda involuntária da urina pela uretra. Afeta pessoas de ambos os sexos em diferentes faixas etárias. A incidência aumenta progressivamente com a idade. As mulheres têm três vezes mais chances de sofrerem incontinência, principalmente por causa do esforço físico causado pela gestação e por uma queda nos níveis de estrogênio depois da menopausa. A perda involuntária de urina é uma condição constrangedora e tem consequências na qualidade de vida, causando muitas vezes marginalização do convívio social e frustrações psicossociais.

O parto normal é quando o nascimento do bebê acontece através do canal vaginal. A cesárea é um procedimento cirúrgico no qual o feto é retirado por meio de um corte na região abdominal. É um direito de toda gestante ser informada sobre a melhor maneira de dar à luz. Ela deve conhecer o próprio corpo, como acontece o trabalho de parto, os tipos de parto e os riscos e vantagens que cada um representa.

O pré-natal é um acompanhamento da evolução da gestação, que visa cuidar da saúde da mulher e de seu bebê até que o parto ocorra. Vai além do cuidar da saúde física, pois é durante o pré-natal que o médico orienta a mulher sobre sua gravidez, os cuidados que ela deve ter neste período, a nutrição, exercícios, trabalho de parto, tipo de parto, aleitamento e outros temas. Há a oportunidade de conversar sobre dúvidas e medos. Algumas vezes outros profissionais de saúde, além do obstetra, são requisitados para avaliar e/ou orientar a gestante.

A TPM ou Síndrome pré-menstrual é o período cíclico que precede a menstruação. Nesse intervalo de tempo, podem aparecer sintomas psíquicos e físicos, que geralmente desaparecem no primeiro dia do fluxo menstrual. Em algumas mulheres, a TPM é interrompida somente com o fim do fluxo. A principal causa da TPM é a alteração hormonal feminina durante o período menstrual, que interfere no sistema nervoso central. Parece haver uma conexão entre os hormônios sexuais femininos, as endorfinas (substâncias naturais ligadas à sensação de prazer) e os neurotransmissores, tais como a serotonina. É importante ressaltar que essa síndrome acompanha a menstruação normal da mulher.

A menopausa é a data que marca a última menstruação – ela ocorre, em média, entre 48 e 51 anos de idade, devido à interrupção da produção dos hormônios femininos pelos ovários.

O climatério é o período de transição em que a mulher passa da fase reprodutiva para a fase de pós-menopausa. Dessa forma, a menopausa é um fato que ocorre durante o climatério. No climatério há uma diminuição das funções ovarianas, fazendo com que os ciclos menstruais se tornem irregulares, até cessarem por completo.

Doença caracterizada pela presença do endométrio – tecido que reveste o interior do útero – fora da cavidade uterina, ou seja, em outros órgãos da pelve: trompas, ovários, intestinos e bexiga. Dois tipos de tratamento podem ser usados para combater as dores da endometriose: medicamentos ou cirurgia. Cada um deles tem suas especificidades, e cabe ao ginecologista avaliar a gravidade da doença em cada caso e recomendar o melhor tratamento. Vale lembrar que, dependendo da situação, ambos os procedimentos são feitos de maneira integrada.

É um procedimento ginecológico com baixos índices de complicações feito para investigar a presença de elementos estranhos no útero, e até mesmo para a retirada desses elementos de forma minimamente invasiva. É feita através da inserção de um aparelho chamado histeroscópio, que permite que o médico veja o interior do útero e das tubas uterinas e analise o que está errado. É indicado para investigar: Infertilidade; Pólipos; Miomas; Aderências uterinas; Alterações significativas no endométrio; Hemorragias; Adenocarcinomas; Abortamentos frequentes.

O vídeo histeroscopia é um procedimento de diagnóstico e tratamento de enfermidades localizadas dentro da cavidade uterina. O material obtido vai para estudo histopatológico (biópsia). Existem dois tipos:

– Vídeo histeroscopia diagnóstica é realizada no consultório e permite apenas a visualização da cavidade uterina. Nesse procedimento se identifica a lesão, mas não se trata.

-Vídeo histeroscopia cirúrgica além de se localizar e identificar a lesão também se realiza o tratamento (pólipo, mioma etc.). A paciente fica curada da enfermidade na maioria das vezes.

O vídeo laparoscopia ginecológica, popularmente chamada de laparoscopia, é uma cirurgia minimamente invasiva que tem como objetivo diagnosticar e tratar doenças que acometem a região abdominal. A operação é realizada por meio da introdução de uma pequena câmera através da cavidade pélvica, sem a necessidade de grandes cortes externos na pele. Habitualmente são realizadas duas pequenas incisões na região inguinal (na altura da virilha) e uma incisão na região umbilical. O vídeo laparoscopia ginecológica geralmente é realizada nas seguintes patologias: Endometriose; Cisto ovariano; Mioma uterino; Gestação ectópica e Doenças inflamatórias.

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